• Nesta sexta-feira (01) primeiro dia útil do mês de abril, o pagamento dos servidores públicos do Governo de Mato Grosso do Sul está disponível para saque.

    A folha referente ao mês de março totaliza R$ 486,4 milhões e equivale ao pagamento de salário de 77,6 mil matrículas de servidores.

    De acordo com a Secretaria de Administração e Desburocratização (SAD) são 46 mil matrículas de funcionários ativos e 31,6 mil inativos, que abrange aposentados e pensionistas.

    “Pagar os salários em dia é dever de qualquer governo. Aqui temos o costume de fazer o pagamento antecipado, antes do quinto dia útil, pois é importante para o servidor, que tem previsibilidade, e também para a economia, já que a folha salarial movimenta os diversos setores do Estado”, afirma o governador Reinaldo Azambuja.

    Professores convocados

    Nesta folha consta também a primeira parte do aumento aos professores convocados, pago em duas etapas: 20% em fevereiro e mais 14% em abril.

    A primeira parte será quitada só agora, na folha de março, paga em abril, porque a folha de fevereiro já tinha sido fechada na data do acordo com a categoria (23 de fevereiro).

    Cerca de 80% dos 10 mil professores convocados serão contemplados nessa primeira leva de pagamentos, segundo dados da SED (Secretaria de Estado de Educação). O restante deve receber o benefício na folha de abril, que será paga em maio. Isso por causa do período de fechamento dos contratos de trabalho.

    O aumento para a classe foi pactuado pelo governador Reinaldo Azambuja com a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação do MS) no final do mês passado.

    “É muito importante o diálogo, que nunca cessou. Tivemos momentos difíceis, mas não deixamos de conversar. É um ganho da federação e do governador. É uma valorização importante, merecida. Estamos dando reajuste enquanto 70% dos estados não conseguem pagar o piso”, afirmou o governador ao anunciar a revisão salarial dos convocados.

    Já o presidente da Federação, professor Jaime Teixeira, na mesma data, declarou que o reajuste mostra o comprometimento de Mato Grosso do Sul com a qualidade da educação. “É um compromisso com a educação pública. O nosso salário é o melhor para o efetivo e, agora, o senhor (Reinaldo Azambuja) diminui a distância para o convocado”, afirmou ele.

    Com o reajuste total de 34%, o salário do professor convocado pode chegar a R$ 6 mil, no caso do profissional com mestrado/doutorado que possui carga horária de 40 horas semanais. De acordo com a Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda), a revisão salarial deve impactar em R$ 100 milhões/ano a folha de pagamentos do Governo do Estado.

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