• Uma das primeiras empresas do setor a acreditar na vocação de Três Lagoas para o setor florestal, a Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, marcou presença no desfile cívico-militar em comemoração aos 107 anos de Três Lagoas.

    O evento foi realizado na manhã desta quarta-feira (15.06), aniversário da cidade, na Esplanada da Noroeste do Brasil (NOB) e trouxe como tema “Três Lagoas – Da Emancipação à Capital da Celulose”. A participação da empresa foi celebrada pelo gerente Executivo Industrial da Suzano, Eduardo Ferraz, que acompanhou o desfile. 

    “Depois de dois anos sem a realização de grandes eventos por conta da pandemia, esse desfile ganha uma importância ainda maior. É gratificante ver tantas pessoas reunidas recordando e celebrando juntas a história de Três Lagoas, da qual a Suzano tem muito orgulho de fazer parte. Por tudo isso, a nossa participação ganha um sentimento ainda mais especial e só temos a agradecer a toda a população por ter nos acolhido tão bem ao longo dessa jornada rumo ao desenvolvimento sustentável iniciada há quase duas décadas”, ressalta Ferraz.

    A empresa cedeu capacetes para estudantes da Escola Municipal Eufrosina Pinto. Além disso, participaram do desfile mais de 30 colaboradores e colaboradoras dos setores industrial e florestal da companhia, com faixas e bandeiras. Uma delas reforçando um dos principais direcionadores da Suzano: “Só é bom para nós se for bom para o mundo”.

     

    Unidade de Três Lagoas

     

    A história da Suzano com Três Lagoas começou em meados de 2006, quando teve início a construção da primeira fábrica de celulose da companhia. A unidade fabril entrou em operação em 2009, com capacidade para 1,3 milhão de toneladas de celulose ao ano. Oito anos depois, entrava em operação a segunda fábrica, com capacidade para produzir mais 1,95 milhão de toneladas de celulose ao ano, o que faz com que a Unidade de Três Lagoas seja uma das maiores do mundo, totalizando 3,25 milhões de celulose produzidas ao ano.

     

    “Essas duas fábricas de celulose empregam hoje mais de seis mil pessoas, de forma direta e indireta, o que beneficia o desenvolvimento social, uma vez que a companhia tem a política de valorizar, e qualificar, a mão de obra local. Isso sem contar toda a cadeia de fornecedores locais que é movimentada em decorrência das nossas operações, que contribuem direta e indiretamente para aquecer setores como comércio, bens e serviços, rede de restaurantes e hoteleira, dentre outros”, finaliza Ferraz.

     

    A Suzano também mantém uma série de programas e projetos sociais voltados, principalmente, para a geração de trabalho e renda. Somente em 2021, foram investidos mais de R$ 4 milhões em projetos sociais, beneficiando cerca de 15 mil pessoas de nove municípios do Estado de Mato Grosso do Sul.

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