Um momento de pura magia, com pessoas encantadas com a apresentação do Coral do Tribunal de Justiça de MS. Assim foi a noite desta segunda-feira, 5 de dezembro, no Fórum de Três Lagoas, palco da celebração musical para o acender das luzes do prédio que ficarão acesas durante o período natalino.
Na verdade, a proposta foi idealizada pela administração do Des. Carlos Eduardo Contar que, em sua segunda edição, continua atraindo o público para um espetáculo marcante, projetado para abrir as festividades de final de ano. O evento foi aberto à população e chamou a atenção de quem passava pelo local, que não perdeu a oportunidade de desfrutar das canções de Natal interpretadas pelos coralistas.
Assim, o público juntou-se a magistrados, servidores, familiares, autoridades locais e convidados, além de integrantes da sociedade para um momento de encantamento e congraçamento, liderados pelo maestro Nillo Cunha. O espetáculo foi preparado para levar aos espectadores uma noite de alegria e esperança e no repertório estavam canções como Hallelujah, O fortuna, O primeiro natal; Amazing Grace; Na manjedoura, dentre outras músicas.
A edição de 2022 começou com apresentações em Campo Grande nos dias 16, 17 e 18 de novembro, no Tribunal de Justiça, Fórum de Campo Grande e Centro Integrado de Justiça, respectivamente. No dia 30 de novembro, a apresentação encantou o público da comarca de Corumbá e nesta quarta-feira, dia 7 de dezembro, o concerto será em Dourados.
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Criado em julho de 1989, o Coral do TJMS era integrado por funcionários e ex-funcionários da Secretaria do Tribunal de Justiça, e já se apresentou em festivais de Campo Grande (IV Festival de Coros do Centro-Oeste, em julho de 1990) e Dourados (X Festival de Corais de Dourados, em novembro de 1990).
Após um período de recesso, o Coral foi reativado em outubro de 2012, composto por funcionários do Tribunal de Justiça e do Fórum da Capital. A atividade que deveria ser somente para unir os servidores, trazendo qualidade de vida, mostrou resultados tão expressivos que as apresentações são constantes e não somente em solenidades do Poder Judiciário.

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