O deputado estadual  Neno Razuk (PL), esteve em Três Lagoas recebendo o título de cidadão três-lagoense, proposto pelo vereador André Bittencourt. Na oportunidade Neno reforçou seu compromisso com Três Lagoas e os esforços para que seja criado um complexo de referência e atendimento especializado às pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), a Casa do Autismo e o Centro de Inclusão.

“Já tivemos sinal positivo do secretário estadual de saúde Maurício Simões Corrêa que informou que está em planejamento e estudo técnico para levantamento de dados no intuito de elaborar estratégias, além de um mapeamento dos serviços de referência para TEA já oferecido no Estado, e um dos municípios que vai receber esse centro é Três Lagoas”, afirmou o parlamentar durante visita a cidade neste domingo (3).

O parlamentar lembrou que é preciso unir esforços e dar visibilidade à causa. “Em Três Lagoas nós sabemos que há uma demanda muito grande. Por isso, está em andamento um mapeamento para  implementação dos serviços de referência e devido à grande demanda e dificuldade de acesso da população no SUS. O Governo do Estado e o secretário de Saúde  garantiram por meio de ofício, que há um empenho da  e da equipe para conseguir que nos próximos meses já seja implementado uma linha de cuidados que vai melhorar e ampliar a oferta do SUS”, destacou Neno.

“Além disso a UEMS, que é de responsabilidade do Governador Eduardo Riedel, abriu novos cursos para atender a demanda de profissionais da área formação como a especialização de fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, pedagogos, o que mostra que há essa união de esforços necessária pela causa TEA”, finalizou.

O pedido inicial também solicita que sejam criados centros nas cidades de Campo Grande, Dourados e Corumbá.

No ofício, a SES solicita ainda não só o apoio parlamentar quanto também da sociedade para que sejam fomentadas e abertas vagas de graduação e/ou residências em universidades que formam profissionais que compõem o atendimento a pessoas com TEA. Neno lembrou que um dos entraves apontado pelo secretário Maurício é a falta desses profissionais. “Precisamos fomentar não só a formação como a especialização de fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, neurologia pediátrica, psiquiatria e outros que estão diretamente envolvidos no diagnóstico e tratamento de pessoas com autismo”, finalizou.

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