Uma tentativa de feminicídio em um sítio na zona rural de Paranaíba, onde uma idosa de 74 anos foi brutalmente atacada com um machado na cabeça, ocorreu no último dia 8 de janeiro. Recentemente, desdobramentos intrigantes envolveram o genro como principal suspeito e culminaram na morte do mesmo, por suicídio.

Segundo relatos de testemunhas, a vítima agonizou por aproximadamente 24 horas antes de receber socorro por parte dos policiais da DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher). A cena do crime revelou a gravidade da situação, pois a idosa, mesmo gravemente ferida, fez um leve movimento com os braços ao chegarem os policiais, indicando que ainda estava viva.

Os esforços imediatos dos militares incluíram o transporte urgente da vítima para um hospital local, contudo, devido à extrema gravidade do ferimento na cabeça, a idosa teve que ser entubada e encaminhada para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de um hospital em Três Lagoas, onde permanece internada.

As investigações conduzidas pela delegada Eva Maira, responsável pelo caso na DAM, apontam Ronilson Alves Pereira, genro da vítima, como o principal suspeito do crime. Após a suposta tentativa de feminicídio, Ronilson tirou a própria vida. A motivação para esse ato teria relação com questões de negócios envolvendo o sítio, onde tanto a idosa quanto o genro eram sócios.

A tragédia ganhou ainda mais um fato intrigante, com a revelação de que três pessoas testemunharam o crime, mas optaram por não informar a polícia sobre o ocorrido. Um homem, com antecedentes criminais, que possuía mandado de prisão por sentença condenatória por crime de estupro, foi detido nesta quinta-feira (11) sob a acusação de omissão de socorro à idosa.

O caso ressalta a importância de denunciar atos de violência, mesmo em ambientes familiares.. A comunidade local ainda tenta compreender os motivos que levaram a essa violência extrema, enquanto as autoridades continuam a apurar os detalhes do trágico episódio.

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