O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), foi eleito por unanimidade para a presidência do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC). A eleição, realizada em novembro do ano passado, foi oficializada com a publicação da ata no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 7 de janeiro de 2026.
Riedel sucede ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e assume o comando do bloco regional, que reúne os estados do Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Seu mandato à frente do consórcio começou oficialmente em 1º de janeiro de 2026 e terá duração de um ano, indo até 31 de dezembro.
A posse oficial está marcada para o dia 21 de janeiro, em Brasília (DF). De acordo com a ata divulgada, a escolha do nome de Riedel foi unânime entre os demais governadores integrantes do consórcio.
Após a confirmação da eleição, o governador sul-mato-grossense agradeceu a confiança dos colegas e reafirmou seu compromisso com o fortalecimento da entidade. Em suas considerações, Riedel destacou a importância da cooperação entre os estados para tornar o BrC mais eficiente e integrado, visando promover o desenvolvimento conjunto da região.
O BrC é uma iniciativa estratégica que tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento econômico e social de forma integrada nos estados que compõem a região do Brasil Central. A aposta é na cooperação interestadual para fortalecer a competitividade regional em âmbito nacional e internacional.
A estrutura operacional do consórcio é gerenciada por uma Secretaria-Executiva, responsável por coordenar e executar os programas e projetos aprovados pelos governadores. Com o apoio de representantes dos estados-membros e de parceiros institucionais, as ações do BrC concentram-se principalmente em áreas estratégicas como:
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Agropecuária
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Logística e Infraestrutura
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Empreendedorismo e Inovação
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Articulação Internacional (esta frente ainda em fase inicial de estruturação)
A presidência de Eduardo Riedel à frente do consórcio em 2026 sinaliza um novo ciclo de gestão, com expectativa de avanços nos projetos de integração e desenvolvimento regional.











