Duas novas leis sancionadas pelo prefeito Cassiano Maia reforçam a valorização de expressões culturais e de comunidades que fazem parte da identidade três-lagoense. As normas, publicadas em dezembro de 2025 e agora em vigor, reconhecem oficialmente a Música Sertaneja e o Rodeio como patrimônio imaterial da cidade e instituem o “Dia dos Motoclubes” no calendário oficial municipal.
Lei nº 4.386/2025: Sertanejo e Rodeio como Patrimônio da Cidade
Sancionada em 9 de dezembro, a Lei nº 4.386 confere o status de Patrimônio Histórico e Cultural de Natureza Imaterial à Música Sertaneja e ao Rodeio no município de Três Lagoas.
A medida reconhece a profunda influência e a importância histórica dessas manifestações para a formação cultural da região. O sertanejo, em suas diversas vertentes – do caipira ao universitário –, e a tradição do rodeio, com suas provas, modas de laço e festas, são expressões enraizadas no cotidiano e nas celebrações da população.
Ao serem declarados patrimônio imaterial, essas manifestações passam a ser objeto de maior valorização simbólica e potencial apoio institucional, visando à sua preservação e promoção como elementos centrais da cultura local.
Lei nº 4.391/2025: 17 de Maio é o “Dia dos Motoclubes”
Já a Lei nº 4.391, de 11 de dezembro, inclui no calendário oficial de eventos do município o “Dia dos Motoclubes”, a ser comemorado anualmente no dia 17 de maio.
A lei prevê que, na semana em que a data estiver inserida, possam ser realizadas comemorações e outras atividades sociais relacionadas ao universo das motocicletas e dos motoclubes, que têm uma presença significativa e organizada na cidade.
A iniciativa busca reconhecer a importância social dos motoclubes, que frequentemente atuam em ações filantrópicas, de integração comunitária e de promoção do turismo e do comércio local, além de representarem uma expressão cultural de liberdade e estilo de vida para muitos cidadãos.
As duas leis refletem uma política pública de reconhecimento das múltiplas identidades que compõem o tecido social de Três Lagoas. De um lado, a valorização das raízes tradicionais e caipiras; de outro, o reconhecimento de comunidades contemporâneas e de um estilo de vida urbano associado à motocicultura.











