Cultura de Três Lagoas marcam presença em evento estadual em defesa da justiça climática

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Representantes de dez entidades culturais de Três Lagoas participaram da 2ª Teia Estadual de Mato Grosso do Sul – Pontos de Cultura pela Justiça Climática, realizada nos dias 30 e 31 de janeiro, em Corumbá. O evento reuniu agentes culturais de todo o estado para debates, formação e construção coletiva de políticas públicas no âmbito do Programa Cultura Viva.

As entidades três-lagoenses presentes foram: Companhia Estrela de Belém, Escola de Samba XV, Educart, Grupo Identidade, Doutores Palhaço, Casa Cajuína, Acapela, Aclams, Gunga Pantaneiro e Ato Histórico. A participação expressiva reforça o protagonismo do município no cenário cultural sul-mato-grossense.

Segundo Tabata Furtado, gerente de Políticas Públicas da Diretoria de Cultura de Três Lagoas, a presença maciça reflete o avanço da política cultural local. “Hoje nós temos 16 pontos de cultura cadastrados e certificados pelo Ministério da Cultura, e desses, 10 foram com seus representantes para participar desse momento”, destacou.

Ela ainda ressaltou o crescimento significativo: “No começo do ano passado, nós tínhamos apenas um ponto reconhecido. Hoje temos 16 certificados, levando cultura e acesso dentro das comunidades”.

A Teia Estadual teve como tema central a justiça climática, abordando o papel da cultura na conscientização ambiental, especialmente em territórios vulneráveis. As discussões e propostas levantadas serão levadas ao Fórum Nacional de Pontos de Cultura, previsto para o fim de março, no Espírito Santo.

O evento marcou a retomada do encontro estadual após quase uma década sem realização, servindo como espaço de diálogo entre gestores públicos, artistas, coletivos e fazedores de cultura. Além da troca de experiências, a certificação como Ponto de Cultura garante acesso a editais e linhas de financiamento específicas em nível estadual e federal, fortalecendo as ações desenvolvidas nas comunidades.

A participação de Três Lagoas na Teia reforça o compromisso com uma cultura viva, diversa e engajada, contribuindo para a construção de políticas públicas cada vez mais representativas e inclusivas.

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Edição 272