{"id":29767,"date":"2024-09-20T10:54:13","date_gmt":"2024-09-20T14:54:13","guid":{"rendered":"https:\/\/expressaoms.com.br\/?p=29767"},"modified":"2024-09-20T10:54:13","modified_gmt":"2024-09-20T14:54:13","slug":"rebanho-bovino-de-ms-cresce-apos-seis-anos-em-queda-e-chega-a-189-milhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/expressaoms.com.br\/index.php\/2024\/09\/20\/rebanho-bovino-de-ms-cresce-apos-seis-anos-em-queda-e-chega-a-189-milhoes\/","title":{"rendered":"Rebanho bovino de MS cresce ap\u00f3s seis anos em queda e chega a 18,9 milh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>O rebanho bovino de Mato Grosso do Sul aumentou no ano passado. Ap\u00f3s seis anos em queda, houve uma leve alta de 2,5% no plantel de gado, saindo de 18,433 milh\u00f5es em 2022 para 18,891 milh\u00f5es em 2023. Os dados fazem parte da Pesquisa da Pecu\u00e1ria Municipal realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, o Estado registrou uma redu\u00e7\u00e3o gradual do quantitativo de bovinos, saindo de 21,800 milh\u00f5es em 2016 para 21,474 milh\u00f5es em 2017. Em 2018, o total aferido chegou a 20,896 milh\u00f5es, reduzindo para 19,407 milh\u00f5es em 2019 e 19,027 milh\u00f5es em 2020. Em 2021, chegou a 18,608 milh\u00f5es, foi a 18,433 milh\u00f5es em 2022 e subiu a 18,891 milh\u00f5es no ano passado.<\/p>\n<p>\u201cA estimativa reverteu a retra\u00e7\u00e3o iniciada em 2017 e coloca o Estado na mesma dire\u00e7\u00e3o que a produ\u00e7\u00e3o nacional, que vem crescendo desde 2019 e atingiu 238,6 milh\u00f5es de cabe\u00e7as em 2023, marca que representa um acr\u00e9scimo de 1,6% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Essa estimativa representou tamb\u00e9m o maior valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica da pesquisa\u201d, explica o IBGE em nota.<\/p>\n<p>Em 20 anos, MS registrou o encolhimento de 24,37% de seu rebanho bovino \u2013 ou de 6,90 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado. Em 2003, o Estado liderava com o maior plantel do Brasil, com 24,980 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado. No ano passado, manteve-se como o quinto maior produtor com os atuais 18,891 milh\u00f5es. O Estado perdeu a quarta posi\u00e7\u00e3o em 2019, com 7,9% do efetivo nacional.<\/p>\n<p>Ainda conforme a pesquisa do IBGE, Mato Grosso se manteve como o estado detentor do maior rebanho estadual, com 14,2% do efetivo nacional, o equivalente a 34 milh\u00f5es de animais, queda de 0,7% em rela\u00e7\u00e3o a 2022.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de MS (Acrissul), Guilherme Bumlai, \u201cmais importante que estar no topo \u00e9 ter uma carne de qualidade. Mato Grosso do Sul tem reconhecidamente uma das melhores carnes do Brasil, e precisamos buscar uma melhor remunera\u00e7\u00e3o por essa qualidade\u201d.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.correiodoestado.com.br\/upload\/dn_arquivo\/2024\/09\/pesquisa-da-pecuaria-municipal.png\" alt=\"\" \/><\/div>\n<h2>MUNIC\u00cdPIOS<\/h2>\n<p>Corumb\u00e1 continuou com o segundo maior rebanho bovino do Brasil, com 2,15 milh\u00f5es de animais, 11,3% do efetivo de MS. Na sequ\u00eancia, o munic\u00edpio de Aquidauana ficou em 13\u00ba lugar no ranking nacional de rebanho bovino (com 853.842 cabe\u00e7as) e Ribas do Rio Pardo, em 15\u00ba lugar (com 826.757 cabe\u00e7as).<\/p>\n<p>No ano passado, S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (Par\u00e1) mais uma vez liderou o ranking municipal de efetivo de bovinos. O rebanho de 2,5 milh\u00f5es de cabe\u00e7as foi equivalente a 10% do efetivo paraense.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do crescimento do n\u00famero de bovinos, o Estado tamb\u00e9m registrou alta dos bubalinos (3,4%), dos su\u00ednos (2,2%) e dos galin\u00e1ceos (0,7%). Em contrapartida, apresentou queda no rebanho de equinos (-18,8%), ovinos (-18,5%) e caprinos (-18,6%).<br \/>\nO munic\u00edpio de Corumb\u00e1 mant\u00e9m destaque com o maior efetivo de equinos do Pa\u00eds, com 36.071 cabe\u00e7as.<\/p>\n<h2>SU\u00cdNOS<\/h2>\n<p>No ano passado, foram contabilizados 1,68 milh\u00e3o de cabe\u00e7as su\u00ednos, representando um recorde na s\u00e9rie hist\u00f3rica e um aumento de 2,17% na passagem de 2022 para 2023, mantendo-se no sexto lugar entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o e revertendo uma tend\u00eancia de queda observada entre os maiores produtores quando comparado a 2022, sendo esses: Santa Catarina, com 9,3 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, queda de 5,4%; Paran\u00e1, com 6,9 milh\u00f5es, queda 1,1%; e Rio Grande do Sul, com 6 milh\u00f5es, queda 1,7%.<\/p>\n<p>Acompanhando o bom momento no total de su\u00ednos em MS, o n\u00famero de matrizes de su\u00ednos tamb\u00e9m apresentou crescimento, atingindo a marca de mais de 241 mil cabe\u00e7as, uma alta de 16,2% se comparado ao ano anterior.<\/p>\n<p>Entre os munic\u00edpios produtores de MS, Gl\u00f3ria de Dourados se destaca, com 277.743 cabe\u00e7as. Em seguida aparecem Dourados (221.458) e S\u00e3o Gabriel do Oeste (169.385). Esses s\u00e3o os maiores rebanhos do Estado.<\/p>\n<p>Os munic\u00edpios tamb\u00e9m est\u00e3o presentes entre os 40 maiores criadores de su\u00ednos do Brasil, com Gl\u00f3ria de Dourados na 18\u00aa posi\u00e7\u00e3o, Dourados na 26\u00aa e S\u00e3o Gabriel do Oeste na 31\u00aa.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s matrizes de su\u00ednos, Jate\u00ed \u00e9 o maior produtor (47.128 cabe\u00e7as), acompanhado por Ivinhema (27.219) e Brasil\u00e2ndia (20.792).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O rebanho bovino de Mato Grosso do Sul aumentou no ano passado. Ap\u00f3s seis anos em queda, houve uma leve alta de 2,5% no plantel de gado, saindo de 18,433 milh\u00f5es em 2022 para 18,891 milh\u00f5es em 2023. 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