{"id":36859,"date":"2025-07-31T15:08:27","date_gmt":"2025-07-31T19:08:27","guid":{"rendered":"https:\/\/expressaoms.com.br\/?p=36859"},"modified":"2025-07-31T15:08:27","modified_gmt":"2025-07-31T19:08:27","slug":"mpms-apura-extracao-ilegal-de-madeira-nativa-em-area-protegida-em-tres-lagoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/expressaoms.com.br\/index.php\/2025\/07\/31\/mpms-apura-extracao-ilegal-de-madeira-nativa-em-area-protegida-em-tres-lagoas\/","title":{"rendered":"MPMS apura extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira nativa em \u00e1rea protegida em Tr\u00eas Lagoas"},"content":{"rendered":"<p>Suspeita de extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira nativa em \u00e1rea protegida levou a 1\u00aa Promotoria de Justi\u00e7a de Tr\u00eas Lagoas a instaurar um inqu\u00e9rito civil, destinado a apurar suposto dano ambiental em uma fazenda local. O procedimento investiga a retirada de madeira nativa da esp\u00e9cie faveiro em forma de toras, que teria sido realizada pelo propriet\u00e1rio para uso na reforma de cercas da propriedade.<\/p>\n<p>O caso teve in\u00edcio com a not\u00edcia de fato ap\u00f3s dilig\u00eancias iniciais e a constata\u00e7\u00e3o de elementos que indicam potencial irregularidade ambiental. O Minist\u00e9rio P\u00fablico de Mato Grosso do Sul (MPMS) afirma que a madeira pode ter sido extra\u00edda da reserva legal da fazenda, contrariando a legisla\u00e7\u00e3o vigente e sem o devido licenciamento ambiental.<\/p>\n<p>Relat\u00f3rio da equipe de fiscaliza\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Militar Ambiental (PMA) apontou a exist\u00eancia de 148 lascas de madeira com caracter\u00edsticas de \u00e1rvores rec\u00e9m derrubadas.<\/p>\n<p>O gerente da fazenda teria admitido que a madeira foi retirada da \u00e1rea de reserva legal. Em contrapartida, a defesa apresentou uma Declara\u00e7\u00e3o Ambiental Eletr\u00f4nica emitida em 2020, que autoriza o aproveitamento de material lenhoso desvitalizado, o que, segundo os fiscais, n\u00e3o condiz com o material encontrado.<\/p>\n<p>Com base na documenta\u00e7\u00e3o e na vistoria realizada, foi aplicada uma multa administrativa no valor de R$ 145 mil, conforme o artigo 51-A do decreto federal n\u00ba 6.514\/08. O c\u00e1lculo considerou a \u00e1rea total da reserva legal registrada no CAR da propriedade, estimada em 145 hectares, devido \u00e0 impossibilidade de identificar exatamente os pontos de extra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Promotor de Justi\u00e7a Antonio Carlos Garcia de Oliveira determinou o prosseguimento do inqu\u00e9rito com novas dilig\u00eancias, entre elas o pedido de informa\u00e7\u00f5es ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) sobre o julgamento de recurso interposto pela defesa. Tamb\u00e9m foram solicitadas c\u00f3pias de documentos como o CAR, Projeto de Recupera\u00e7\u00e3o de \u00c1rea Degradada e Alterada (Prada) e matr\u00edcula do im\u00f3vel.<\/p>\n<p>A defesa sustenta que a madeira utilizada tem origem em \u00e1rvores que ca\u00edram naturalmente durante temporais e que o volume aproveitado (2,55m\u00b3) est\u00e1 dentro do limite legal permitido. O MPMS, no entanto, segue apurando se houve manejo florestal sem autoriza\u00e7\u00e3o e uso indevido de madeira verde.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Suspeita de extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira nativa em \u00e1rea protegida levou a 1\u00aa Promotoria de Justi\u00e7a de Tr\u00eas Lagoas a instaurar um inqu\u00e9rito civil, destinado a apurar suposto dano ambiental em uma fazenda local. 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