O mês de agosto marca o início da verticalização das obras, com a montagem dos primeiros pilares e placas pré-moldadas, além da fabricação de grandes equipamentos em outros estados e países.
As obras de construção da nova fábrica de celulose da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS), seguem o cronograma com importantes evoluções registradas até o mês de agosto. O andamento das frentes de trabalho pode ser conferido em novo vídeo divulgado pela empresa por meio do linkhttps://bit.ly/3PIDPLG.
Com a evolução das fundações das diversas frentes, as imagens apresentam as superestruturas sendo verticalizadas na obra com peças pré-moldadas das paredes dos tanques da ETE e ETA (estações de tratamento de efluentes e de água, respectivamente), dos pilares e vigas do prédio das Máquinas Extratoras e de diversas salas elétricas (Preparo de Cavacos, Caustificação e ETA), por exemplo.
No vídeo, também é possível conferir a fabricação de grandes equipamentos para a obra que serão enviados de outros estados brasileiros e países como, por exemplo, China e Finlândia. O material ainda registra visita técnica à associação de reciclagem de eletrônicos, reuniões com a Prefeitura de Ribas do Rio Pardo a respeito do Plano Básico Ambiental (PBA) para o município e a turma que participou do curso preparatório para inscritos no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), oferecido gratuitamente pela empresa e a administração municipal para apoiar a conclusão dos estudos de jovens e adultos.
Projeto Cerrado
Anunciado em maio de 2021 e confirmado pelo Conselho de Administração da Suzano no início de novembro do mesmo ano, o Projeto Cerrado receberá investimento total de R$ 19,3 bilhões e, no pico das obras, deverá gerar cerca de 10 mil empregos diretos. Prevista para entrar em operação no segundo semestre de 2024, a nova fábrica – que será a unidade mais competitiva da Suzano –, vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial, e movimentando toda a cadeia econômica da região.
Veja o vídeo: