Nos últimos sete anos o Governo do Estado já entregou 5 mil moradias para famílias em Campo Grande, por meio da Agehab (Agência de Habitação Popular). Elas foram construídas em programas estaduais e parcerias com o município e Governo Federal. São residências em diferentes regiões da cidade.

“Em Campo Grande, por exemplo, nós entregamos praticamente 5 mil unidades habitacionais. Cada casa entregue na cidade teve investimento do Estado. Habitação é feita com parceria, pois é um bem de alto valor de investimento, que precisa seguir este modelo”, explicou a diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani.

Entre os residenciais entregues na Capital se destacam o Rui Pimentel, Celina Jallad, Jardim Canguru, Bom Retiro, Residencial Itambé, Residencial Aero Rancho, Loteamento Pedro Teruel, moradias na Aldeia Água Bonita, Jardim Mato Grosso, Chácara Buriti, Jardim Madri, Portal Laranjeiras, Residencial Sírio Libanês, Armando Tibana, Inápolis, Residenciais Itajobi, Itacira, Itapevi e Tagi, assim como Condomínio Castelfranco.

“Esse é o sonho de todos aqueles que pagam aluguel e agora tem a sua casa própria. O Governo assim leva dignidade e um futuro melhor para muitas famílias de Campo Grande, com parcerias importantes para o setor de habitação, atendendo famílias carentes”, disse o governador Reinaldo Azambuja.

Em Mato Grosso do Sul cerca de 30 mil famílias foram contempladas com novas moradias desde 2015, incluindo as residências entregues, lotes urbanizados, obras em andamento e contratações já firmadas.  “O Governo do Estado tem feito sua parte de forma efetiva, apesar de todas as dificuldades dos últimos anos, tanto que 36% das moradias foram feitas apenas por programas estaduais”, disse Avesani.

Programas estaduais

Além das parcerias com os municípios e Governo Federal, a gestão estadual também desenvolveu seus próprios programas habitacionais, entre eles o “Lote Urbanizado”, em que a prefeitura doa o terreno e o Estado concede a base, solução sanitária, estrutura hidráulica, primeira fiada, assistência técnica e ainda abre opção para financiar a cobertura da casa.

A família faz a construção da moradia e tem carência de dois anos para começar a pagar, com cinco anos para pagar o financiamento. “Um programa de sucesso, que inclusive é exemplo no setor para diversos estados. É essencial para o público que tem condições de construir”.

Também tem como destaque o programa “Morar Legal”, que permite regularizar as dívidas com a Agehab, assim como o “Substituição da Moradia Precária”, para reconstruir casas em péssimas condições e o programa que utiliza o FGTS, em parceria com o governo e prefeitura.

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