Com Éderson na Copa, Mato Grosso do Sul aposta em superstição: quando estado tem representante, Brasil é campeão

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O meia Éderson, natural de Campo Grande, foi convocado neste domingo (7) pela Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, após o corte do lateral Wesley, lesionado. Com a convocação, Mato Grosso do Sul volta a ter um representante no Mundial depois de 32 anos, e a história reserva uma coincidência curiosa: nas vezes que o estado teve um jogador na Copa, o Brasil voltou com o título.

A última vez que um sul-mato-grossense disputou uma Copa do Mundo pela Seleção foi em 1994. O atacante Müller, também campo-grandense, integrou o elenco comandado por Carlos Alberto Parreira que conquistou o tetracampeonato nos Estados Unidos.

Revelado pelo Operário de Campo Grande, Müller ganhou projeção nacional no São Paulo Futebol Clube, onde integrou a lendária geração dos “Menudos do Morumbi” nos anos 1980. Na Copa de 1994, o atacante entrou em campo contra Camarões, pela fase de grupos, quando substituiu Raí. Ao todo, ele disputou 56 partidas pela Seleção Brasileira e marcou 12 gols.

A torcida sul-mato-grossense agora espera que a “sina positiva” se repita com Éderson. Com 26 anos, o meia da Atalanta construiu sua trajetória no futebol brasileiro com passagens por Cruzeiro, Corinthians e Fortaleza, antes de se transferir para a Itália em 2022.

Éderson se apresentará à delegação nesta segunda-feira (8) em Nova Jersey e já deve participar dos treinos no CT do New York Red Bull. A estreia do Brasil na Copa do Mundo 2026 está marcada para o dia 13 de junho, contra Marrocos.

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Edição 277